domingo, 30 de novembro de 2025

Humildade, Lágrimas, Provações e Ciladas Atos dos Apóstolos 20:19

 


servindo ao Senhor com toda a humildade, lágrimas e provações que, pelas ciladas dos judeus, me sobrevieram.

 

Humildade, Lágrimas, Provações e Ciladas     Atos dos Apóstolos 20:19

Int. Era encerrado o ciclo do pastoreio presencial de Paulo na Ásia e especificamente em Eféso, aonde ele chega a dizer que algumas que ali estavam nunca mais veriam seu rosto. Então, Paulo relembrou seu comportamento durante sua passagem por ali para fortalecer a fé daquelas pessoas que dali em diante teriam que lutar muito para permanecer de pé na presença de Deus.

Ele iria a Jerusalém mesmo correndo risco de vida e sabendo que não lh poupariam.

Estava determinado ir avante... sem parar... Porque sentia impelido pelo Espirito Santo quer deveria ser assim.

Quando somos impulsionados pelo Espirito Santo não podemos retroceder, deixar a dúvida, medo ou qualquer outro sentimento nos parar.

 

C.M. Quatro atitudes que foi determinante para Paulo vencer todos os obstáculos que surgiram daquele lugar. A primeira atitude de Paulo foi ser humilde, mesmo sendo usado por Deus de uma forma extraordinária, permaneceu humilde dando toda honra e toda glória a Deus. 2 Coríntios 12:7-9  "E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disso, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza."

 

 Segundo, foi com muitas lágrimas, isto fala de resiliência e resistência porque pregar naquele lugar lhe custou muitas dores através de apedrejamento, perseguições implacáveis e etc.

2 Coríntios 11:25: "Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, passei uma noite e um dia em alto mar".

Porém Paulo não desistiu, ainda que com lágrimas levou as boas novas do Evangelho. Salmos 126.

 

Terceiro: Muitas Provações, em outra passagem Paulo fala que viveu provações que quase se desesperou da vida.

Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida. 2Co. 1:8.

Isto é forte demais porque ele chegou num ponto tão crítico que pensou em desistir de viver, por um ponto final da sua vida.

O peso do ministério as vezes é insuportável e que só é possível continuar porque Cristo nos sustenta. Porém, infelizmente muitos sucumbem. Em certa ocasião, Deus precisou enviar um anjo até Paulo para dizer a ele: CORAGEM...

 

Quarto:  As ciladas foram inevitáveis. Os falsos amigos e falsos irmãos que foram abandonado o chamado no meio do caminho. Os falsos amigos que abandonaram Paulo foram Demas e Himeneu e Fileto. Demas abandonou Paulo por ter amado o mundo, enquanto Himeneu e Fileto abandonaram a fé e a verdade do evangelho.

 As traições de pessoas que Paulo levantou do chão. Tudo isto tem um m preço.

O inimigo ao longo do caminho coloca armadilhas. O laço do passarinho descrito em salmos para destruir reputações, destruir ministérios.

 Paulo consegue com galhardia cumprir seu chamado deixando assim belas sementes plantadas no coração daquele povo.

Ele segue enfrente, vai agora embarcar em um navio e ir a Jerusalém mesmo sabendo correntes e algema é o que esperava por ele.

Porém, antes de qualquer coisa, seu coração ardia de amor e paixão pelo reino de Deus.

Quando nossos corações estão ardendo pelo reino de Deus, pela presença do Senhor. Nada vai nos parar, nos fazer desistir ou retroceder...

 

C. Devemos também, usar estas atitudes de Paulo para permanecer firme e realizar com brilhantismo o nosso chamado e ficando firmes até o fim quando trocaremos a cruz pesada por uma coroa de glória da qual o nosso Senhor Jesus foi preparar para nós.

 

Pastor Luciano Silveira

domingo, 23 de novembro de 2025

Não seja Remisso com a Promessa parte 2

 

Não seja Remisso com a Promessa parte 2

"Então Josué disse aos filhos de Israel: Até quando sereis remissos em vir possuir a terra que o Senhor, o Deus de vossos pais, vos deu?" Josué 18:3

(Em algumas versões, como a NVI, a palavra usada é "indolentes": "Até quando vocês vão tardar a tomar posse da terra que o Senhor, o Deus dos seus antepassados, lhes deu?")

Josué os cobrou porque, embora grande parte da terra de Canaã já tivesse sido conquistada militarmente, sete das doze tribos de Israel ainda não haviam se organizado para tomar posse e ocupar efetivamente os seus territórios designados.

As razões para a repreensão de Josué foram:

Falta de iniciativa: O povo estava acomodado e hesitante em expulsar os cananeus remanescentes de suas terras, mesmo após Deus ter garantido a vitória e a posse da terra prometida.

Desobediência à ordem divina: Deus havia ordenado repetidamente, através de Moisés e depois de Josué, que eles tomassem posse de toda a terra.

Ociosidade: Eles estavam "remanescentes" ou "indolentes", ou seja, lentos e negligentes em cumprir a tarefa que lhes cabia, que era a de ocupar e usufruir da herança que Deus lhes havia dado por direito.

Confiança nas promessas de Deus: Josué queria que o povo agisse com fé, confiando que Deus lhes daria a vitória na ocupação final dos territórios, assim como havia feito nas batalhas anteriores, como em Jericó e Ai.

Após essa cobrança, Josué orientou as tribos a escolherem três homens de cada uma delas para mapear o restante da terra e, em seguida, ele a repartiu por sorteio diante do Senhor, em Siló, garantindo que cada tribo recebesse sua herança.

Precisamos aplicar estes ensinamentos em nossas vida!

 

1. Na Vida Espiritual e de Fé

A principal aplicação é sobre a proatividade na fé. Deus nos oferece "terras" ou promessas (salvação, paz, propósito, cura, etc.), mas espera que tomemos posse delas ativamente.

Tomar Posse das Promessas de Deus: Muitas vezes, conhecemos as promessas de Deus na Bíblia, mas somos "indolentes" em buscá-las ou vivê-las. Aplica-se à necessidade de aprofundar nosso relacionamento com Deus, buscar o perdão ou viver a plenitude do Espírito Santo, em vez de nos contentarmos com uma fé superficial.

Vencer a Acomodação Espiritual: A indolência espiritual é perigosa. A aplicação nos desafia a sair da zona de conforto na nossa vida de oração, leitura bíblica e serviço, e a buscar um crescimento contínuo.

Assumir a Identidade em Cristo: Deus nos deu uma nova identidade como filhos e herdeiros. A aplicação nos ensina a não sermos "remissos" em viver de acordo com essa identidade, abandonando velhos hábitos e mentalidades.

2. Na Vida Pessoal e Profissional

A mensagem de Josué também se aplica à nossa responsabilidade de agir e buscar o nosso potencial e propósito de vida.

Procrastinação e Iniciativa: A "indolência" ou "remissão" pode ser traduzida como procrastinação. Somos cobrados a tomar a iniciativa para perseguir nossos objetivos, estudar, procurar emprego ou resolver problemas que estão pendentes.

Aproveitar Oportunidades: Deus nos dá talentos e oportunidades ("a terra que o Senhor vos deu"). A aplicação nos lembra de não desperdiçar essas chances por medo, preguiça ou falta de visão, mas sim de agir com diligência.

Planejamento e Execução: O povo de Israel precisava mapear a terra e agir. Isso nos ensina a importância do planejamento estratégico (mapear a terra) e da execução (ir e possuí-la) em projetos pessoais e profissionais.

3. Na Vida Comunitária e Social

Podemos aplicar este ensinamento ao nosso papel como membros de uma comunidade ou igreja:

Engajamento na Missão: A igreja tem uma missão (o "ide"). A aplicação nos desafia a não sermos remissos na evangelização, no serviço ao próximo e na promoção da justiça social, utilizando os dons que Deus nos deu para impactar o mundo ao nosso redor.

Responsabilidade Coletiva: A cobrança foi feita a todo o povo. Isso nos lembra que a inércia de um pode afetar o coletivo, e todos temos responsabilidade no avanço do "reino" em nossas comunidades.

Em resumo, o ensinamento central é um chamado à ação, diligência e fé proativa. Deus já nos deu a provisão e a autoridade; cabe a nós levantar, mapear e tomar posse da herança que nos foi destinada.

 

 

O "modus operandi" (modo de operação) de Josué para resolver a situação da indolência do povo foi uma combinação de liderança inspiradora, organização estratégica e dependência da orientação divina.

Ele não usou força militar contra o próprio povo, mas sim um método estruturado para garantir que cada tribo assumisse a responsabilidade por sua herança.

As etapas do seu plano foram:

Repreensão e Motivação (Liderança): Primeiro, Josué confrontou o povo com a realidade de sua negligência. Ele usou a pergunta direta: "Até quando sereis remissos em vir possuir a terra que o Senhor, o Deus de vossos pais, vos deu?". Isso serviu para despertar a consciência e a responsabilidade das sete tribos que ainda estavam passivas.

Delegação e Mapeamento (Organização): Em seguida, ele estabeleceu um plano de ação claro e prático. Ordenou que cada uma das sete tribos escolhesse três homens, totalizando 21 representantes. A tarefa deles era percorrer a terra remanescente, examiná-la, descrevê-la detalhadamente e dividi-la em sete partes em um "livro" ou mapa.

Execução do Plano (Ação): Os homens foram e executaram a ordem de Josué, retornando com o levantamento da terra.

Orientação Divina e Sorteio (Dependência de Deus): Finalmente, Josué reuniu o povo em Siló, onde estava o Tabernáculo (a Tenda do Encontro), simbolizando a presença de Deus. Ali, ele lançou sortes perante o Senhor para determinar qual porção de terra caberia a cada uma das sete tribos remanescentes. O sorteio era um método divinamente aceito para garantir que a distribuição fosse imparcial e refletisse a vontade de Deus (Provérbios 16:33).

Em resumo, Josué combinou a liderança humana (cobrança, organização, planejamento) com a fé na providência de Deus (o sorteio), incentivando o povo a agir de forma proativa para tomar posse do que já era deles por direito divino.

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Protegido por Deus Marcos 1:13

 


E esteve ali no deserto quarenta dias, tentado por Satanás. Estava com as feras, e os anjos o serviam.

 Protegido por Deus

Marcos 1:13

Int. Por quarenta Dias Jesus esteve no deserto sendo tentando pelo inimigo e o evangelista Marcos diz que ele esteve entre as feras, mas os anjos o serviam.

Há uma grande semelhança e singularidade com a história de Israel no deserto.

Quando os Israelitas saíram do Egito, foram também conduzidos pelo deserto. Depois fez Moisés partir os israelitas do Mar Vermelho, e saíram ao deserto de Sur; e andaram três dias no deserto, e não acharam água. Ex. 15:22.

Jesus foi conduzido ao deserto e por quarenta Dias Jesus ficou sendo tentado no deserto, quarenta anos Israel ficou rodando pelo deserto.

Deserto é um estagio importante, um processo pelo qual a nossa fé é refinada, somos forjados pelo calor das provações.

No deserto nosso caráter é provado e nos dado a chance de transformação.

No deserto nossa fé é trabalhada para nos dar experiências fortes com Deus.

A palavra conduzir significa: empurrar, impulsionar ou lançar algo para a frente com força. Em sentido figurado, também pode significar incitar, estimular ou forçar alguém a fazer algo.

Quando o Espirito Santo nos impele ao deserto é para nos preparar para algo maior.

 

C.M. No deserto há muitos perigos, porém é o lugar de grandes milagres e manifestação da glória de Deus.

Jesus ficou entre as feras no deserto.

Animais selvagem sempre foram uma ameaça e um perigo para o ser humano. Ali no deserto Jesus esteve estre estes animais.

O deserto de Israel é o habitat de muitos animais selvagens, mas a lição aqui é espiritual.

O nosso inimigo é comparado devido a sua sagacidade e fúria com alguns animais.

 A bíblia diz que satanás é como um leão em busca da sua presa, também compara ele há uma serpente e algumas figuras mitológicas como o dragão.

Tudo isso para mostrar a sua fúria e o seu desejo de destruição na vida das pessoas.

 

Mas toda a animosidade do inimigo e o perigo que ele oferece contra você não prosperará porque você mesmo no deserto, não está só. Haverá anjos de Deus guardando sua vida e sua casa e te dando o livramento da animosidade e a fúria do inimigo que veio para matar, roubar e destruir.

Mesmo em um deserto, tentado pelo diabo e exposto ao ataque das feras, Jesus não sofreu nenhum dano porque ele não estava só.

Tinha anjos de Deus para servi-lo!!!

Mesmo diante dos maiores desafios, dos dias mais difíceis e dolorosos, nos quais pensamos que estamos sozinhos e abandonados.

Acredite; ele está com você, sempre esteve, seus anjos estão ao redor para nos dar o suporte.

 

 

As armas que Jesus usou no deserto para vencer naqueles dias maus foram a Oração, Jejum, fé e sua convicção na Palavra de Deus.

 É assim que vamos vencer a selvageria do inimigo também, usando as mesmas armas. Os dias maus vão passar e Deus vai nos usar para propagar sua palavra e levar esperança aos que precisam porque estamos guardados e protegidos por Deus.

 

Prepare-se, algo novo virá da parte do Senhor sobre a tua vida em nome de Jesus.

Deserto é apenas uma curta passagem, ele pode ser 40 dias e não 40 anos.

No deserto você morre porque é vencido por ele; ou você vence e chega em Canaã para desfrutar das bençãos de Deus.

Depende de como você vai reagir e se portar diante dos seus desafios.

 

Pastor Luciano Silveira

quarta-feira, 19 de novembro de 2025

Abatido, mas Não Destruído Salmos 130:1

 

Abatido, mas Não Destruído

Salmos 130:1: "Das profundezas clamo a ti, Senhor. Escuta, Senhor, a minha voz; estejam alertas os teus ouvidos às minhas súplicas."

 

Int. A bíblia diz que a vitória que vence o mundo é a nossa fé, e a fé a certeza das coisas que não se veem e a convicção das que se esperam.

Mesmo que o momento seja difícil e desafiador, devemos continuar acreditando atém o fim.

 

O salmista inicia este clamor declarando sua situação imediata: ele está nas profundezas. Mas que profundezas são essas? Talvez a escuridão da depressão, uma crise financeira esmagadora, ou um dilema pessoal ou familiar.

Em tais momentos, é comum nos sentirmos sós, desamparados e até mesmo esquecidos por Deus.

 É notável que até mesmo Jesus, o Filho de Deus, sentiu-se assim: no auge da Sua agonia na cruz, Ele clamou ao Pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?”

 

A pressão da batalha e o deserto que parece não ter fim sugam lentamente nossas forças. É exatamente neste instante que precisamos respirar fundo, voltar os olhos para Deus e clamar com confiança.

Não é hora de esmorecer nem de desistir, mas de agir com fé, coragem e convicção.

Foi isso que o salmista fez. Ele estava afundando em seus dilemas — daí a expressão "Nas profundezas" — e, por isso, clamou ao Senhor com a expectativa e a esperança de ser ouvido.

Ao longo de sua oração, ele declara a misericórdia e o perdão divinos, fala do seu anseio pela presença de Deus e, por fim, declara em alto e bom som a sua crença na redenção, no livramento e na misericórdia do Senhor.

Vemos exemplos poderosos disso na Bíblia. O profeta Jonas, no auge do seu desespero, clamou ao Senhor do ventre do grande peixe e experimentou um extraordinário livramento.

 Deus jamais se esquece dos Seus escolhidos.

 

O apóstolo Paulo traçou outro caminho de vitória. Ele declarou com firmeza: "Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos." Paulo estava nas profundezas, abatido e perplexo, mas escolheu confiar em Deus.

De cabeça erguida, decidiu não se entregar, decidiu lutar e vencer com Jesus.

Enquanto houver forças, nossa decisão deve ser lutar, confiando em Deus.

 

C. Lembre-se: mesmo nas profundezas, Deus continua ao nosso lado.

Qual é a sua escolha hoje? Confiar e avançar, ou desistir.

 

Pastor Luciano Silveira

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

Ele Está Olhando para Você, Mc. 2:5-7

 

Ele Está Olhando para Você

“E Jesus, vendo a fé deles, disse ao paralítico: Filho, perdoados estão os teus pecados.
E estavam ali assentados alguns dos escribas, que arrazoavam em seus corações, dizendo: Por que diz este assim blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?”

— Marcos 2:5-7

Int. Jesus não olha para aparência física, ele olha para o nosso coração.

Também não olha para a nossa capacidade intelectual porque ele capacita seus escolhidos através da unção concedida pelo Espirito Santo.

Jesus também não se importa com a opinião dos outros acerca de nós, ele nos conhece e sonda nossos corações.

 1. Jesus Vê a Fé

  • Jesus não olhou para a condição física do paralítico, mas para a fé dos seus amigos.
  • A fé ativa atrai o olhar de Jesus e libera o milagre.
  • Mesmo diante da multidão e das dificuldades, a fé foi suficiente para chamar a atenção do Senhor.

 2. Os Murmuradores Estão à Espreita

  • Os escribas arrazoavam em seus corações, questionando a autoridade de Jesus.
  • Arrazoar significa discutir, censurar ou repreender.
  • Devemos estar atentos aos murmuradores que estão a serviço das trevas, tentando impedir nossa fé e nosso milagre.

 3. A Atitude dos Amigos

  • Quatro amigos não mediram esforços para levar o paralítico à presença de Jesus.
  • Eles enfrentaram obstáculos, riscos e julgamentos, mas não desistiram.
  • A fé deles foi ativa, prática e determinada — e valeu a pena!

 4. Jesus Olha Para o Coração

  • Jesus não se deixa influenciar pelos argumentos do maligno ou dos invejosos.
  • Ele olha para a intenção do coração, para o desejo de mudança e para a atitude de fé.
  • O pecado, uma vez confessado, é perdoado por Ele.

 5. A Palavra Que Liberta

  • Jesus diz: “Filho, perdoados são os teus pecados.”
  • Ele chama o paralítico de filho, mostrando que há acolhimento, perdão e identidade.
  • Não importa o que os outros dizem — Jesus te chama de filho!

 6. Contra o Julgamento dos Homens

  • As pessoas podem apontar falhas e julgar, mas Jesus vê além da aparência.
  • Ele ignora os argumentos dos maldizentes e invejosos.
  • O Senhor valoriza o desejo de mudança e a fé sincera.

 7. Jesus Quer Ser Seu Pai

  • Jesus deseja te chamar de filho porque quer ser seu Pai.
  • Ele quer caminhar contigo, proteger você e cuidar de você como um Pai cuida do filho.
  • A intimidade com Deus começa com o reconhecimento da nossa filiação.

 8. Vale a Pena Estar na Presença de Jesus

  • Aqueles amigos correram todos os riscos possíveis, mas foram recompensados.
  • Estar na presença de Jesus sempre vale a pena — é onde o milagre acontece!

Pastor Luciano Silveira

 

Espetáculo de Horror Lucas 23:48

 Espetáculo de Horror    Lucas 23:48 E todas as multidões que presenciaram este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltaram batendo ...